{"id":26414,"date":"2026-08-18T00:02:51","date_gmt":"2026-08-18T03:02:51","guid":{"rendered":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/?p=26414"},"modified":"2026-08-18T00:02:37","modified_gmt":"2026-08-18T03:02:37","slug":"bets-quatro-em-cada-dez-mulheres-apostam-ou-ja-apostaram-online","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/?p=26414","title":{"rendered":"Bets: quatro em cada dez\u00a0mulheres apostam ou j\u00e1 apostaram online"},"content":{"rendered":"\n<p class=\"has-text-align-center wp-block-paragraph\"><strong><em>Pesquisa que tra\u00e7ou perfil de apostadoras no Brasil foi divulgada<\/em><\/strong>\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Quatro em cada dez mulheres brasileiras (42%) j\u00e1 jogaram ou continuam jogando em plataformas de apostas&nbsp;<em>online<\/em>, sendo que 20% apostam atualmente (com frequ\u00eancias variadas) e outras 22% j\u00e1 apostaram, mas n\u00e3o apostam mais.&nbsp;<\/strong><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.png?id=1699918&amp;o=node\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/agenciabrasil.ebc.com.br\/ebc.gif?id=1699918&amp;o=node\"><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Dentre 58% das mulheres que nunca apostaram, 12% s\u00e3o afetadas por parentes ou amigos que apostam. Somadas, mais da metade das mulheres no Brasil (54%) sente o efeito direto das&nbsp;<em>bets<\/em>, sendo apostadoras ou n\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados s\u00e3o da pesquisa&nbsp;<a href=\"https:\/\/www.clarice.cc\/mulheres-e-bets\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"><em>Mulheres e Bets: o Custo das Apostas Online para as Brasileiras e suas Fam\u00edlias<\/em><\/a>, conduzida pelo est\u00fadio Clarice, Estrat\u00e9gia Latina e Instituto Ideia e divulgada nesta segunda-feira (17).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A fundadora e diretora do est\u00fadio Clarice, Beatriz Della Costa, explica que essa \u00e9 a primeira pesquisa sobre o impacto das&nbsp;<em>bets<\/em>&nbsp;que traz a perspectiva n\u00e3o somente da apostadora, mas de&nbsp;quem \u00e9 afetado por quem aposta.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Ela enfatiza que as experi\u00eancias colocadas lado a lado conseguem dar uma vis\u00e3o mais completa da crise:<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O impacto das bets vai muito al\u00e9m da crise financeira e afeta as estruturas familiares. Essa an\u00e1lise mostra que \u00e9 poss\u00edvel pensar n\u00e3o apenas na conten\u00e7\u00e3o da crise, mas na preven\u00e7\u00e3o da mesma.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perfil de apostadores<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O levantamento in\u00e9dito mostra tamb\u00e9m que as mulheres com filhos apostam cerca de 1,6 vez mais do que mulheres sem filhos (72% das apostadoras t\u00eam filhos).<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>No recorte racial,&nbsp;45% das mulheres autodeclaradas pardas afirmaram que apostam ou&nbsp;j\u00e1 apostaram;&nbsp;39% s\u00e3o brancas e 37%, mulheres pretas.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos achados da pesquisa \u00e9 sobre&nbsp;as diferen\u00e7as de g\u00eanero dos apostadores: para o apostador homem, ter filhos atenua o julgamento. J\u00e1 para a apostadora, \u00e9 o contr\u00e1rio: com filhos, ela \u00e9 mais culpada e mais questionada como provedora.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para a cientista social Beatriz Della Costa, esse \u00e9 um sintoma dos pap\u00e9is sociais historicamente atribu\u00eddos a homens e mulheres.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O homem \u00e9 visto como algu\u00e9m que est\u00e1 tentando sustentar a fam\u00edlia \u2013 esse \u00e9 um papel honr\u00e1vel que, em alguma medida, o redime. A mulher, por outro lado, sofre uma cobran\u00e7a social muito maior enquanto gestora do lar: o papel fundamental atribu\u00eddo a ela pela sociedade \u00e9 o do cuidado, e por isso ela sofre um julgamento muito maior quando n\u00e3o cumpre a fun\u00e7\u00e3o designada.&#8221;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os relatos das apostadoras confirmam a din\u00e2mica para jogar: elas apostam sozinhas e escondem o jogo dos parentes por vergonha.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O segredo gera culpa ao mesmo tempo em que coloca em risco as rela\u00e7\u00f5es mais fundamentais. Entre as apostadoras, 30%&nbsp;delas costumam jogar mais \u00e0 noite ou de madrugada do que em qualquer outro momento do dia, contra&nbsp;20% homens.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Entre os entrevistados, 15% dos brasileiros acreditam que algu\u00e9m que mora com eles faz apostas&nbsp;<em>online<\/em>, mas n\u00e3o conta a ningu\u00e9m e faz d\u00edvidas escondidas.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Motiva\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A pesquisa revela que, para a mulher, a aposta nasce menos como lazer ou entretenimento e mais como uma estrat\u00e9gia de administra\u00e7\u00e3o financeira e sobreviv\u00eancia dom\u00e9stica para cobrir despesas essenciais<\/strong>, por exemplo pagar boletos, comprar comida ou itens para os filhos.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A especialista em mulheres e poder explica que as apostadoras n\u00e3o est\u00e3o correndo atr\u00e1s de uma vida luxuosa.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Elas querem viver com um pouco mais de dignidade: para al\u00e9m das necessidades imediatas,&nbsp;querem levar os filhos ao cinema, pedir um&nbsp;<em>delivery<\/em>&nbsp;e pagar o material escolar sem se preocupar com a conta de luz no final do m\u00eas.&#8221;<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As apostas&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;se infiltraram nos lares brasileiros com a fama de renda f\u00e1cil. Segundo Della Costa, as plataformas atuam em duas frentes. Primeiramente, tentam seduzir pela promessa de vida digna &#8211; a conta paga, a mesa farta, o presente para os &nbsp;filhos. Ao mesmo&nbsp;tempo que as apostas se associam ao dever do cuidado, papel historicamente atribu\u00eddo \u00e0s mulheres.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;O desejo de cuidar da fam\u00edlia e prover para os filhos \u00e9 o mais explorado pelas [casas de] apostas.&#8221;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Crian\u00e7as e adolescentes<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Por lei, as apostas s\u00e3o proibidas para menores de 18 anos no Brasil. Mas, as apostas chegam a crian\u00e7as e adolescentes por influ\u00eancia de fora de casa \u2014 amigos, escola, redes sociais \u2014 ou, em alguns casos, pelas pr\u00f3prias m\u00e3es, para quem jogar junto pode ser vivido como companhia e vigil\u00e2ncia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Os dados da pesquisa identificaram que burlar a regra dos 18 anos passa, quase sempre, pelo uso do Cadastro de Pessoa F\u00edsica (CPF) de um adulto da casa, com ou sem consentimento.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Ilus\u00e3o&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O jogo \u00e9 encarado pela apostadora como estrat\u00e9gia de investimento.&nbsp;<strong>Em alguns casos, o envolvimento \u00e9 t\u00e3o intenso que a aposta passa a ser encarada como trabalho.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo descobriu que as casas de apostas&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;conseguiram incutir a ideia de que existem macetes e estrat\u00e9gias para vencer jogos de azar, inclusive em cassinos&nbsp;<em>online<\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Essa ideia falsa influencia a percep\u00e7\u00e3o das apostadoras, pois<strong>&nbsp;25% das mulheres (e cerca de 40% das apostadoras frequentes) acreditam que \u00e9 preciso &#8220;habilidade ou expertise&#8221; para vencer as apostas.&nbsp;Por esse motivo, elas buscam se especializar.&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A diretora do est\u00fadio Clarice defende que, para desmistificar essa ilus\u00e3o \u00e9 preciso restringir a publicidade sobre as apostas online.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Cursos,&nbsp;<em>coaches<\/em>&nbsp;e conte\u00fados com dicas e macetes precisam ser veementemente banidos. As restri\u00e7\u00f5es aos jogos de cassino&nbsp;<em>online<\/em>, que ainda s\u00e3o permeados pela ilus\u00e3o da &#8216;habilidade&#8217; e que concentram a maior parte das apostadoras, tamb\u00e9m devem ser consideradas&#8221;, diz Della Costa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Impacto social<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Para 67% das entrevistadas, as apostas est\u00e3o acabando com as fam\u00edlias brasileiras (ante 59% dos homens).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Al\u00e9m da perda financeira, eles percebem que os jogos levam para dentro de casa brigas, agress\u00f5es,&nbsp;mentiras e o adoecimento mental:&nbsp;<strong>23% dos brasileiros presenciaram ou conhecem alguma situa\u00e7\u00e3o em que as apostas contribu\u00edram para casos de viol\u00eancia dentro das fam\u00edlias.&nbsp;&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Nas entrevistas, as mulheres impactadas&nbsp;por um familiar apostador s\u00e3o as que mais percebem a viol\u00eancia.&nbsp;<\/strong>Falam de comportamentos agressivos, xingamentos e perda de controle quando os companheiros perdem.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Outra parte diz ter filhos endividados com agiotas e a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a que passa a acompanhar a fam\u00edlia. Entre os efeitos declarados pelas impactadas na pr\u00f3pria vida ou na fam\u00edlia:<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>24% relatam conflitos familiares;<\/li>\n\n\n\n<li>24% perda de confian\u00e7a;<\/li>\n\n\n\n<li>21% desgaste emocional;<\/li>\n\n\n\n<li>12% mudan\u00e7a na qualidade de vida.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre os impactados, 40% acreditam que as apostas&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;afetam a capacidade da pessoa viciada em rela\u00e7\u00e3o a trabalhar ou gerar renda (36% entre as mulheres e 45% entre os homens).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Empr\u00e9stimo&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Quando questionadas se alguma vez pegou dinheiro emprestado para fazer apostas online, 7% das mulheres apostadoras declaram ter pegado dinheiro emprestado com agiotas.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">E 8% das mulheres impactadas declaram que elas pr\u00f3prias ou algu\u00e9m pr\u00f3ximo precisou fazer empr\u00e9stimo com agiotas, como os filhos endividados, o que aumentou a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a nos lares das brasileiras.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Perfil dos jogos&nbsp;<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as apostadoras, cerca de metade (49%) jogam em cassinos&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;(como roleta, Tigrinho e ca\u00e7a-n\u00edquel) e 29% em jogos de sorte instant\u00e2nea (<em>crash games<\/em>&nbsp;como Aviator ou raspadinhas), 26% em&nbsp;<em>bets<\/em>&nbsp;de futebol, com atrativos pelo resultado e ciclo imediatos de ganho ou perda.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Apresenta\u00e7\u00e3o das apostas<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O estudo identifica que as plataformas capturam o imagin\u00e1rio feminino por tr\u00eas meios:<\/p>\n\n\n\n<ol class=\"wp-block-list\">\n<li>redes de confian\u00e7a como canal de vendas &#8211; a porta de entrada costuma ser o v\u00ednculo de confian\u00e7a, como um amigo ou familiar que mandou o link de apostas, divulgam cadastros e sites de apostas em seu c\u00edrculo pessoal em troca de b\u00f4nus nas plataformas. Estas recompensam quem indica n\u00e3o apenas pelo cadastro, mas tamb\u00e9m com comiss\u00f5es sobre as perdas de quem entra pelo link enviado.<\/li>\n\n\n\n<li>influenciadores locais em quem se confia, como pessoas do bairro, da igreja ou da cidade, com n\u00famero menor de seguidores, mas credibilidade alta, atribu\u00edda pela proximidade e pela identifica\u00e7\u00e3o.<\/li>\n\n\n\n<li>grandes influenciadores e publicidade massiva;<\/li>\n<\/ol>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A pesquisa apurou que 72% das mulheres acreditam que a publicidade das apostas contribui para que as pessoas apostem mais do que deveriam.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Entre as entrevistadas, 79% das mulheres afirmam que as redes sociais passaram a mostrar mais conte\u00fados de apostas depois de seu primeiro acesso \u00e0s plataformas. Quem aposta com mais frequ\u00eancia percebe mais (82,2%) do que quem aposta raramente (73,2%).<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A percep\u00e7\u00e3o das entrevistadas \u00e9 de que quanto mais alta \u00e9 a classe social, maior a percep\u00e7\u00e3o do aumento de conte\u00fado de apostas.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Conter o avan\u00e7o<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O Brasil tem forte apoio \u00e0 proibi\u00e7\u00e3o das apostas.&nbsp;<strong>As mulheres s\u00e3o as que mais cobram uma solu\u00e7\u00e3o para o problema: 62% defendem a proibi\u00e7\u00e3o dos jogos&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;no pa\u00eds ante 50% dos homens.<\/strong>&nbsp;A posi\u00e7\u00e3o que se mant\u00e9m majorit\u00e1ria independente do vi\u00e9s pol\u00edtico.<\/p>\n\n\n\n<blockquote class=\"wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow\">\n<p class=\"wp-block-paragraph\">&#8220;Isso sinaliza aos pol\u00edticos que existe apetite na opini\u00e3o p\u00fablica por medidas de combate \u00e0s bets&#8221;, diz a coordenadora do estudo<\/p>\n<\/blockquote>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A conclus\u00e3o da pesquisa traz diretrizes em tr\u00eas eixos de combate \u00e0s bets:&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>fortalecer mecanismos da sa\u00fade p\u00fablica que cuidam de pessoas que apostam e de familiares impactados;<\/li>\n\n\n\n<li>prevenir que mais pessoas comecem a apostar, investindo em medidas de restri\u00e7\u00f5es \u00e0 publicidade;<\/li>\n\n\n\n<li>e gradualmente, restringir as modalidades de aposta, come\u00e7ando com os cassinos online.<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Na opini\u00e3o dos&nbsp;entrevistados, 45% aprovam o bloqueio do Pix em apostas para quem recebe benef\u00edcios sociais e 32% teriam interesse em um canal an\u00f4nimo de apoio.<\/strong>&nbsp;Esse \u00edndice sobe para 57% entre quem aposta com frequ\u00eancia.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 publicidade, 41% das mulheres concordam que&nbsp; as casas de apostas&nbsp;<em>online<\/em>&nbsp;podem continuar operando no Brasil, mas devem ser proibidas de fazer propaganda. Entre os homens, o percentual \u00e9 maior (47%).<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Pesquisa<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O relat\u00f3rio foi feito a partir de estudos qualitativos e quantitativos (para mensurar o tamanho do fen\u00f4meno em n\u00fameros nacionais) realizados em junho e agosto de 2026.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">As entrevistas qualitativas ouviram 60 pessoas, sobretudo mulheres de 18 a 58 anos, das classes C, D e E, residentes em S\u00e3o Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia, Cear\u00e1, Para\u00edba, Pernambuco e Sergipe.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Na enquete quantitativa, foram ouvidos 2.008 homens e mulheres em todo o pa\u00eds, de acordo com a distribui\u00e7\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o contada no Censo demogr\u00e1fico de 2022 e na Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios (PNAD) 2025, ambos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<em><strong> (EBC)<\/strong><\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pesquisa que tra\u00e7ou perfil de apostadoras no Brasil foi divulgada\u00a0 Quatro em cada dez mulheres&hellip;<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":26415,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[20],"tags":[],"class_list":["post-26414","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-brasil"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26414","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcomments&post=26414"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26414\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":26416,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/posts\/26414\/revisions\/26416"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=\/wp\/v2\/media\/26415"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fmedia&parent=26414"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Fcategories&post=26414"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/index.php?rest_route=%2Fwp%2Fv2%2Ftags&post=26414"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}