{"id":5092,"date":"2022-09-08T19:36:23","date_gmt":"2022-09-08T19:36:23","guid":{"rendered":"http:\/\/atitudenoticias.com.br\/?p=5092"},"modified":"2022-09-08T19:36:34","modified_gmt":"2022-09-08T19:36:34","slug":"brasileiros-estao-comprando-mais-consumo-nos-lares-cresce-775","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/atitudenoticias.com.br\/?p=5092","title":{"rendered":"Brasileiros est\u00e3o comprando mais: consumo nos lares cresce 7,75%"},"content":{"rendered":"\n<p><strong><em>Os dados s\u00e3o do m\u00eas de Julho. No ano, o consumo acumula alta de 2,57%<\/em><\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>De acordo com levantamento da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Supermercados (Abras), o consumo nos lares brasileiros encerrou o m\u00eas de julho com alta de 7,75% em rela\u00e7\u00e3o a junho. Na compara\u00e7\u00e3o com o mesmo per\u00edodo do ano anterior, julho de 2021, o indicador apresentou alta de 8,02%. No ano, o consumo nos lares acumula alta de 2,57%.<\/p>\n\n\n\n<p>O resultado se refere a compras em lojas como atacarejo, supermercado convencional, loja de vizinhan\u00e7a, hipermercado, minimercado e e-commerce (compra pela internet). Todos os indicadores s\u00e3o deflacionados pelo \u00cdndice Nacional de Pre\u00e7os ao Consumidor Amplo (IPCA), medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE).<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo a Abras, a expectativa \u00e9 de crescimento tamb\u00e9m no pr\u00f3ximo semestre. \u201cMonitoramos desde julho os primeiros sinais de retra\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os de alguns itens que tiveram altas expressivas decorrentes de fatores clim\u00e1ticos, sazonais e das commodities, que v\u00eam pressionando a cesta de alimentos desde o in\u00edcio do ano. Se mantida essa menor press\u00e3o inflacion\u00e1ria, o consumo tende a ser crescente neste segundo semestre diante do crescimento do emprego e dos recursos injetados na economia\u201d, afirmou o vice-presidente da Abras, Marcio Milan.<\/p>\n\n\n\n<p>Ainda de acordo com os dados da Abras, em julho, al\u00e9m da desacelera\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os dos alimentos, o m\u00eas teve cinco fins de semana, o que contribuiu para maior n\u00famero de idas ao ponto de venda. O valor da cesta de 35 produtos de largo consumo (alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza) atingiu o menor patamar do ano, com alta de 0,63%.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Queda nos pre\u00e7os<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Houve queda de pre\u00e7os em produtos b\u00e1sicos como \u00f3leo de soja, feij\u00e3o, arroz, a\u00e7\u00facar e nos itens da cesta de hortifrutigranjeiros, entre eles batata, tomate, cebola. Em julho, a cesta nacional composta por 35 produtos de largo consumo como alimentos, bebidas, carnes, produtos de limpeza, itens de higiene e beleza passou de R$ 773,44 para R$ 778,32. No ano, a alta \u00e9 de 11,10%.<\/p>\n\n\n\n<p>O \u00f3leo de soja apresentou retra\u00e7\u00e3o pelo segundo m\u00eas seguido, caindo 2,41% na compara\u00e7\u00e3o com junho. O pre\u00e7o do feij\u00e3o ficou 1,69% mais baixo pela primeira vez, ap\u00f3s seis meses de alta. O indicador mostrou ainda a terceira queda no pre\u00e7o do a\u00e7\u00facar, que em julho retraiu 0,60%. O arroz teve menor varia\u00e7\u00e3o nos pre\u00e7os, de 0,11%, e acumula queda de 5,77% em 12 meses.<\/p>\n\n\n\n<p>As maiores quedas nos pre\u00e7os vieram dos hortifrutigranjeiros que causaram impacto na cesta desde o in\u00edcio do ano por problemas clim\u00e1ticos, menor oferta nas regi\u00f5es produtoras e altos custos dos fretes. Entre esses produtos est\u00e3o o tomate (-23,68%), a batata (-16,62%) e a cebola (-5,55%).<\/p>\n\n\n\n<p>Os dados mostram ainda que o pre\u00e7o das prote\u00ednas variou menos de 1% em julho. Os destaques foram carne traseira (-0,83%), ovo (-0,42%), pernil (-0,43%), frango congelado (0,69%). Dos cortes bovinos analisados pelo Abrasmercado, a maior alta foi do dianteiro (1,14%) depois de dois meses seguidos de retra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Altas de produtos<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>No sentido contr\u00e1rio, a cesta nacional teve quatro das cinco maiores altas puxadas por leite e derivados. O leite longa vida ficou 25,46% mais caro e os derivados cerca de 5%. Eentre eles est\u00e3o o leite em p\u00f3 (+5,36%), queijo mussarela (+5,28%) e o queijo prato (+5,18%). Outro item com significativa alta foi o sal (3,96%). Custos com frete e embalagens vem encarecendo o produto, que acumula alta de 11,75% no ano.<\/p>\n\n\n\n<p>Na categoria de higiene e beleza, as altas foram puxadas por sabonete (1,97%), xampu (1,10%), papel higi\u00eanico (1,01%), creme dental (0,99%). Na cesta de limpeza, a maior alta foi registrada no sab\u00e3o em p\u00f3 (2,14%), detergente l\u00edquido para lou\u00e7as (1,66%), desinfetante (1,20%) e \u00e1gua sanit\u00e1ria (0,22%).<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Balan\u00e7o por Regi\u00f5es<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>A Regi\u00e3o Nordeste apresentou varia\u00e7\u00e3o negativa nos pre\u00e7os da cesta, de 0,14%, e teve a cesta mais barata entre as cinco regi\u00f5es. Em julho, o valor m\u00e9dio foi de R$ 690,64. Na Regi\u00e3o Norte, a queda foi de 0,07%, com pre\u00e7os m\u00e9dios da cesta em R$ 833,08. Na Regi\u00e3o Sul, a varia\u00e7\u00e3o no pre\u00e7o da cesta foi de +0,15%, a menor do ano. Em julho, o pre\u00e7o m\u00e9dio da cesta foi de R$ 880,05 e a regi\u00e3o tem a cesta mais cara do pa\u00eds. As regi\u00f5es Centro-Oeste e Sudeste tiveram as maiores varia\u00e7\u00f5es: de 1,85% e 1,86%,, com as cestas custando R$ 716,09 e R$ 769,86.<\/p>\n\n\n\n<p><strong><em>(Ag\u00eancia Brasil &#8211;\u00a0Foto: Valter Campanato)<\/em><\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os dados s\u00e3o do m\u00eas de Julho. 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