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SAF do Fluminense de Feira apresenta única proposta e fica sozinha na disputa pelo Joia da Princesa

por Atitude Notícias
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O contrato de concessão terá duração de 35 anos, permitindo à concessionária explorar o Joia da Princesa economicamente e realizar investimentos 

A empresa GD Serviços Internet Ltda avançou na concessão onerosa do Estádio Municipal Alberto Oliveira, o Joia da PrincesaEla é ligada à Core3 Tecnologia, responsável pela SAF do Fluminense de Feira, que agora caminha para assumir a gestão do principal equipamento esportivo após ser a única empresa a apresentar proposta.

O certame aconteceu na segunda-feira (19) e, segundo documentos do processo, a proposta é de R$ 125 mil de outorga fixa — R$ 25 mil acima do valor mínimo estabelecido é de R$ 100 mil, de acordo com o edital acessado pelo BNews. Agora, a proposta apresentada pela empresa será analisada pela Comissão de Contratação antes da homologação do resultado.

O contrato de concessão terá prazo de 35 anos, contados a partir da ordem de início dos serviços, conforme estabelece o edital. Durante esse período, a concessionária poderá explorar economicamente o estádio, assumindo integralmente os custos de investimentos, manutenção, operação e modernização da estrutura.

Embora o edital não detalhe projetos arquitetônicos específicos, o documento deixa claro que a concessionária poderá obter receitas por meio de eventos esportivos, culturais, corporativos e atividades comerciais, desde que respeitadas as normas urbanísticas, ambientais e contratuais.

No plano apresentado, a Core 3 propõe uma requalificação ampla do estádio, com foco em transformá-lo em um espaço multiuso e economicamente sustentável. Além da modernização da infraestrutura, o projeto inclui:

  • criação de departamentos para futebol profissional e de base;
  • instalação de lojas comerciais;
  • áreas para hotelaria e turismo esportivo;
  • realização de eventos de pequeno a grande porte.

Ao concluir o negócio da SAF, a Core3 assumiu a dívida do Fluminense de Feira, que gira em torno dos R$ 5 milhões. A empresa de tecnologia também pretende aportar R$ 20 milhões no clube durante um período de 20 anos. Já sobre o Joia da Princesa, a ideia é que o equipamento deixe de ser usado apenas em dias de jogos e ganhe relevância contínua para o esporte e o entretenimento na região. (BNews)

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