De acordo com o delegado, não há indícios de que elas integrem grupo criminoso

Durante a entrevista coletiva na manhã desta sexta-feira, 19, o delegado titular da 7ª Delegacia Territorial (Rio Vermelho), Nilton Borba, revelou que uma facção criminosa que a atua na região da Avenida Vasco da Gama, onde os comerciantes foram alvos da tentava de extorsão aplicada pelas duas mulheres presas, orientou que eles procurassem a polícia.
“Ela corre muito risco de vida [morte]. Até porque, uma facção já mandou avisar aos comerciantes que não tinha nada a ver com essa extorsão e que podiam procurar a polícia para não pagar nada. Nós fomos procurados por um comerciante com essa informação”, disse a autoridade policial.
Borba conta que Larissa Bonfim era a dona da chave pix utilizada no golpe e seria a articuladora do golpe.
“Ela mandava um comunicado para os comerciantes dizendo que cobrava uma taxa de segurança e que, se não pagassem, iriam sofrer as consequências. Mas não existe informação de que haja uma facção por trás. Muito pelo contrário, as investigações indicam que era em benefício próprio”.
