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Mais 25 bombeiros baianos viajam para ajudar nos trabalhos de resgate do Rio Grande do Sul

por Atitude Notícias
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Parte da equipe embarca de avião e a outra parte viaja de caminhonete para ajudar no deslocamento nas áreas atingidas

O Corpo de Bombeiros Militar da Bahia (CBMB) enviou, nesta quarta-feira (15), uma nova tropa com 25 bombeiros para ajudar nos resgates das enchentes no Rio Grande do Sul. A saída aconteceu no quartel do 3º Batalhão de Bombeiros Militar (3º BBM), na região do Iguatemi, em Salvador. Parte da equipe embarca de avião e a outra parte viaja de caminhonete para ajudar no deslocamento nas áreas atingidas. Já o efetivo de 23 bombeiros que está trabalhando no estado gaúcho retorna aos poucos até a sexta-feira (17), devido à dificuldade com a disponibilidade de voos.

“A preocupação é a gente não interromper esse apoio. Enquanto a população do Rio Grande do Sul tiver necessidade do apoio do Estado da Bahia, nós vamos apoiar e o Corpo de Bombeiros se sente orgulhoso em ser um dos representantes. Além dos 25 bombeiros, também estamos mandando mais dois médicos da Secretaria de Saúde (Sesab), para fazer frente a essa nova demanda”, destacou o comandante-geral do CBMB, coronel Adson Marquezini.

O comandante da missão, coronel Aloísio Fernandes, explicou que os bombeiros enviados na nova tropa estão viajando com informações prévias da situação atual das enchentes, repassadas pela equipe que está no Rio Grande do Sul. “A gente tem acompanhado, então nós selecionamos aqui os bombeiros já preparados, equipados para fazer frente à situação. Estamos preparados para atuar em qualquer tipo de missão, tanto na busca ainda, que é real, como numa missão humanitária”, garantiu.

Integrante do novo grupo, o sargento Luiz Cláudio acumula a experiência de ter participado do trabalho de resgate das vítimas do rompimento da barragem de Brumadinho, em Minas Gerais, ocorrido em 2019. “O enredo é basicamente o mesmo, mas agora com uma proporção um pouco maior, porque a gente está lidando também com pessoas vivas que estão desaparecidas e com pessoas resistentes à saída do local de residência. A experiência conta bastante, também por conta do psicológico. Ele é bastante abalado, mas com a experiência que a gente já tem, a gente vai tentando segurar para poder desempenhar um bom papel e ajudar as pessoas no máximo possível”, afirmou o bombeiro. (SECOM/BA)

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