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Diesel e gasolina podem ficar mais caros na Bahia após reajuste

por Atitude Notícias
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Reajuste foi promovido pela Acelen e incide sobre o valor de venda dos combustíveis para os revendedores, segundo Sindicombustíveis

Os combustíveis sofreram um aumento no preço do litro na Bahia nesta quinta-feira (17). Com a mudança, o diesel S-10 subiu R$ 0,7046 por litro no produto misturado, enquanto o diesel S-500 teve alta de R$ 0,8746 por litro. Na gasolina A, o aumento informado foi de R$ 0,1025 por litro.

Segundo a Sindicombustíveis Bahia, o reajuste foi promovido pela Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe, e incide sobre o valor de venda dos combustíveis para os revendedores.

A companhia explicou que os preços dos produtos seguem critérios econômico que levam em consideração variáveis como o custo do petróleo, adquirido a preços internacionais; o câmbio; e o frete, que podem sofrer variações. “A empresa possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado”, afirmou.

O percentual de reajuste foi de 17,3% para o Diesel S500; 12,9% para o Diesel S10; e 4,0% na Gasolina.

Em nota, o Sindicombustíveis alertou para a possibilidade de aumento dos preços nas bombas e avaliou que o reajuste impacta toda a cadeia de comercialização de combustíveis, incluindo os postos revendedores, que estão na ponta final.

“O momento exige acompanhamento técnico e transparente de todos os elos: refinaria, distribuidoras e revenda, além do poder público, para que se compreenda efetivamente como os custos estão chegando ao consumidor baiano”, afirmou.

O sindicato também ressaltou a Portaria nº 2.813 do Ministério da Fazenda, publicada no Diário Oficial da União (DOU) na última terça-feira (15), que cria, pelo período de 30 dias, o subsídio de R$ 1 por litro de óleo diesel A às empresas que produzem ou importam o combustível para uso em caminhões e outros veículos rodoviários. Segundo a entidade, a “medida destinada a reduzir os impactos da alta internacional sobre o mercado brasileiro” ainda não foi adotada pela Acelen.

A companhia, por sua vez, apontou que a implementação do programa está em linha com o processo regulatório. “A operacionalização do programa é continuamente avaliada pela companhia, considerando o ambiente regulatório, os aspectos operacionais e as condições de mercado.” (Correio24hs)

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